Bem servidas de peito, com uma peida frenética São modelos femininos de bombas genéticas Investem no corpo pra se sobrepor ao intelecto Por isso têm o cérebro torto e deixam sempre o peito aberto Quando usam micro-saias querem toda a gente atenta Na rua ou no centro desfilam sempre às horas de ponta Todos dão conta, man, e qualquer homem esquenta Se não for pra ser montada pra que é que serve uma jumenta?
Tudo o que elas são está por baixo duma cueca O que é que diz uma peida que fala? Merda O corpo é tudo então não pode ficar parado O cérebro é frustrado, anda sempre desempregado Mediocridade incorporada numa obra de arte Elas nunca existirão segundo Decartes Mamadeiras, vazias como a minha carteira Safam-se no mercado do emprego porque conheceram o Taveira